A visita ocorreu nesta quinta-feira, 08, teve como objetivo coletar informações para implementar um Juizado Especial de Micro empresa no Distrito Federal. A comissão composta por representantes do Sebrae e Tribunal de Justiça do Distrito Federal iniciou suas atividades visitando o Juizado Especial das Micro e Pequenas Empresas do Amapá.
A comissão foi recebida pela Diretora de marketing e relacionamento da Faculdade Seama, Danieli Amanajás Scapin, pelo vice-diretor, Cirilo Simões, pelo chefe do núcleo de estágios, Rafael Bueno e pela coordenadora do Juizado Central, Sueli Pini. Na ocasião a juíza apresentou o Juizado aos visitantes, além de explanar sobre o funcionamento e histórico do Juizado da Micro Empresa.
A vinda da equipe que reúne representantes do setor produtivo e do governo tem como objetivo coletar dados técnicos e experiências para elaboração de uma justificativa para a criação de um Juizado no DF. “Foi criado um comitê de implementação da Lei para funcionar no DF, nós somos responsáveis em elaborar o texto desta Lei que vigorará em âmbito estadual e já que o Amapá é um dos três estados brasileiros que possui Juizado Especial voltado ao atendimento de micro e pequenas empresas viemos buscar dados técnicos, estatísticos para que consigamos justificar a criação deste órgão que muito tem a somar com a sociedade”, explica a representante do Tribunal de Justiça - DF, Mônica Akemi.
Após a visita ao juizado a comitiva participou de uma reunião com a direção geral da Faculdade Seama. No encontro foram discutidos assuntos referentes a atuação dos juizados, bem como, o papel do Juizado da Microempresa do qual a Seama. Também fez parte da pauta a atuação dos acadêmicos do curso de Direito na oferta de atendimentos a comunidade.
Na reunião, a assessora de políticas públicas do SEBRAE, Maria da Conceição Mira dos Santos, perguntou ao diretor geral da instituição Carlos Scapin, a sua opinião sobre a implantação dos projetos dos juizados e o que a Faculdade espera de retorno desses juizados.
Carlos Scapin explicou que o Juizado Especial da Micro empresa é fundamental para os acadêmicos, pois, além de servirem como laboratórios de estágios são ainda forma de ofertar atendimentos gratuitos a comunidade. “O juizado é um núcleo de estágio, através dele, o acadêmico tem a oportunidade de atuar em sua área, além de aperfeiçoar seus conhecimentos e agregar valores. Outro fator importante é a formação de profissionais preocupados com o social”, explica.